Museo Nazionale Romano delle Terme di Diocleziano: restauro e resgate de áreas expográficas

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| Angela Rosch Rodrigues |


Esse artigo tem por objetivo apresentar as recentes restaurações (2008-2014) na Natatio e Chiostro ‘Ludovisi’  do Museo Nazionale Romano delle Terme di Diocleziano, Roma. Essas intervenções visaram resgatar o valor histórico e arquitetônico dessas áreas em sua dimensão espacial e monumental a fim de reintegrá-las ao programa expográfico do museu e deixá-las acessíveis ao público. Para conferir autenticidade à aproximação crítica desses restauros, os objetos foram criteriosamente estudados a partir de fontes documentais primárias e verificações in loco; as soluções foram definidas para dialogar com as várias exigências da preexistência, conciliando aspectos estéticos e estruturais.


Considerado o maior conjunto termal da Roma Antiga, essas termas foram construídas entre 298 D.C. e 305-306 D.C. em homenagem ao imperador Diocleciano e estiveram ativas até 537 D.C, quando os aquedutos que a abasteciam foram destruídos pelos godos e visigodos. As Termas ficavam numa área periférica do centro de Roma e possuíam uma área de 13 hectares com um extenso programa que contava com academia, biblioteca, banhos frios, quentes e mornos, dentre outras dependências que podiam recepcionar de 3.000 a 4.000 pessoas por dia[1].

Com o fim do Império Romano, as Termas entraram num processo de arruinamento e delapidação e partes de suas estruturas foram reutilizadas ou reincorporadas a outras edificações ao longo dos séculos. Em 1561, Michelangelo (1475-1564) foi contratado pelo Papa Pio IV Medici (1559-65) para a construção da Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri, adaptando parte da área central das Termas (Frigidarium). Outros antigos espaços – como o Caldarium, Tepidarium e Natatio –, foram gradualmente ocupados por outras dependências do complexo conventual que era constituído de dois claustros: o Grande Chiostro, datado de 1565, composto por um vasto ambiente quadrado; e outro menor, denominado Piccolo Chiostro ou Chiostro ‘Ludovisi’, que ocupava um terço da área que foi da Natatio. Ambos os claustros têm projeto atribuído a Michelangelo, porém não é possível confirmar essa autoria.

Ao longo dos séculos essas estruturas também passaram por mudanças. Com a Unificação da Itália (1870), os bens escolásticos passaram a ser de propriedade do Estado. Na parte remanescente das termas e da área conventual da Igreja de Santa Maria degli Angeli e dei Martiri foi implantado, em 1889, o Museo Nazionale Romano delle Terme di Diocleziano[2]. Com o crescimento da cidade, o complexo paulatinamente foi integrado à ampliação da área urbana de Roma e hoje está inserido na frente da Estação Central Termini; as antigas êxedras configuram a Piazza della Repubblica.

Restauros recentes

Entre 2008 e 2014 foram realizados trabalhos de restauro arquitetônico na área remanescente da Natatio e no Chiostro ‘Ludovisi’, executados pela Soprintendenza Speciale per L’Área Archeologica di Roma, sob responsabilidade da arquiteta que idealizou o projeto Marina Magnani Cianetti[3]. As restaurações foram recentemente premiadas pela Comissão Europeia, com o Premio dell’Unione Europea per il Patrimonio Culturale, Europa Nostra Awards 2016 (Abril/2016).

O principal objetivo das intervenções foi  resgatar o valor histórico e arquitetônico dessas áreas, que acumulavam degradações derivadas de abandono, falta de reparações e restaurações incorretas[4].

Para tanto, o projeto contou com uma equipe multidisciplinar que estabeleceu criteriosas e extensas pesquisas históricas e documentais sobre o monumento. Também foram realizadas análises não invasivas na edificação, utilizando técnicas como georadar, videoendoscopia etc.

Para a execução dos trabalhos foram utilizados materiais e métodos tradicionais e, somente quando estritamente necessário, foram introduzidas técnicas modernas compatíveis com a matéria preexistente, procurando atingir um equilíbrio entre a segurança estrutural, melhorias técnicas (como instalações e acessibilidade) e a valorização do aspecto estético do monumento.

Natatio

A Natatio  era a grande piscina descoberta das termas, com uma área de aproximadamente 4.000m2 e uma profundidade de 1m. Os pisos e paredes eram revestidos de mármores e a água que provinha do Frigidarium  abastecia esse compartimento. Na configuração original, a majestosa fachada da Natatio  se estendia por cerca de 100m e possuía cinco grandes nichos retangulares e semicirculares dispostos ao lado do grande ingresso para o Frigidarium, demarcados por colunas; todo o revestimento era em mármores e mosaicos policromados; os corpos sobressalentes eram em ordens arquitetônicas distintas e sobrepostas.

Ao longo dos séculos o espaço foi delapidado. As modificações do século XVI comprometeram a leitura espacial do ambiente: a Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri  interrompeu parte da fachada e o Chiostro ‘Ludovisi’  ocupou um terço da área total da Natatio (Fig.1). Durante os séculos XVIII e XIX houve outras alterações, com adições e demolições.

Fig.1. Área remanescente da Natatio, interrompida pelas construções da Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri (paredes em tom neutro à direita e aos fundos)e do Chiostro ‘Ludovisi’ (lado esquerdo) (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.1. Área remanescente da Natatio, interrompida pelas construções da Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri (paredes em tom neutro à direita e aos fundos) e do Chiostro ‘Ludovisi’ (lado esquerdo) (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

O ponto de maior relevância a ser considerado no restauro da área remanescente da Natatio foi resgatar a dimensão arquitetônica (Fig.2) do que teria sido uma das mais significativas fachadas de Roma Antiga[5], visando a restituição de valor e identidade e a estabilidade do monumento. Para acentuar essa leitura espacial foram articuladas soluções que visaram conciliar aspectos estéticos e de estabilidade estrutural.

Fig.2. Escala monumental do trecho da fachada da Natatio (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.2. Escala monumental do trecho da fachada da Natatio (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Ao longo dos séculos, a alvenaria em tijolos, traços de molduras dos tímpanos e elementos marmóreos (mísulas, dentre outros) foram seriamente comprometidos por infiltrações, depósitos calcários e crescimento de vegetação. Para a consolidação foram introduzidas pontualmente faixas de titânio, um material maleável às variações térmicas, distinguível e reversível; também foram inseridos grampos de inox através de pequenas incisões na alvenaria que não interferem na composição visual da fachada.

A preocupação plástica com a área da Natatio motivou a opção por soluções, elementos e acabamentos que não conflitassem com a leitura espacial e a vetustez da materialidade preexistente. Desse modo, uma das principais referências iconográficas utilizadas foi uma gravura de G. B. Piranesi (1720-1778), feita em 1770, que mostra o estado de ruína, atribuindo uma qualificação arqueológica à imponente fachada[6].

Houve uma reproposição decorativa que previu a inserção (ou o reaproveitamento) de elementos nos tímpanos demarcados na alvenaria e que coroavam os nichos da fachada; e a inserção de elementos marmóreos no entablamento da última ordem dos capiteis das colunas (Fig.3). Alguns desses elementos eram originais, outros tinham sido inseridos em restauros anteriores.

Fig.3. Elementos marmóreos na alvenaria preexistente (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.3. Elementos marmóreos na alvenaria preexistente (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

O tratamento cromático das superfícies e lacunas foi realizado à base de argamassa de cal e fragmentos de tijolo e pozolana, primando pela compatibilização com o vetusto aspecto do substrato original. Essa composição permitiu utilizar um dos nichos da fachada para a exposição de um grande painel de mosaicos do acervo do museu, um elemento que acentua a leitura da escala da Natatio (Fig.4).

Fig.4. Painel de mosaicos do acervo do museu exposto em um dos nichos da fachada da Natatio (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.4. Painel de mosaicos do acervo do museu exposto em um dos nichos da fachada da Natatio (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Para o piso, houve a preocupação com o escoamento da água, pois a área sempre foi acometida por muita umidade. Foi usado revestimento de mármore carrara branco; dois trechos do lastro original foram mantidos e são perceptíveis pela pátina (Fig.5).

Fig.5. Lastro marmóreo original (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.5. Lastro marmóreo original (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.6. Elementos de iluminação embutidos em frisos que simulam o nível de água da piscina. E aberturas no piso para escoamento de águas pluviais (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.6. Elementos de iluminação embutidos em frisos que simulam o nível de água da piscina. E aberturas no piso para escoamento de águas pluviais (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Como a Natatio compõe uma área museográfica, também foi prevista a sua visitação noturna; para tanto, optou-se por elementos de iluminação não invasivos durante o dia e que, à noite, possibilitam jogos de luz (nas cores branca e azul), simulando, inclusive, o nível de água da piscina (Fig.6).

A anastilose indireta foi um dos critérios utilizados para o tratamento de alguns elementos sutis da composição do espaço, dos quais não se tinha referências históricas e arquitetônicas completas[7]. Foi o caso de uma coluna em estilo jônico que foi reproposta através da organização de fragmentos marmóreos originais estruturados com contemporâneos elementos de aço (Fig.7). Também foi o caso de um antigo pórtico em arco que conectava a área da Natatio ao Chiostro ‘Ludovisi’  e que foi identificado durante os trabalhos de restauro; um recorte na argamassa de revestimento evidencia a presença desse elemento (Fig.8), além da interposição de um vidro de fechamento que permite a interligação visual entre os espaços.

Fig.7. Coluna em estilo jônico recomposta em anastilose indireta (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.7. Coluna em estilo jônico recomposta em anastilose indireta (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.8. Recorte na argamassa que marca o arco de conexão entre a área remanescente da Natatio e o Chiostro‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.8. Recorte na argamassa que marca o arco de conexão entre a área remanescente da Natatio e o Chiostro‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Chiostro ‘Ludovisi’

A planta do Chiostro ‘Ludovisi’  é um quadrado de 40m x 40m, dividido em dois níveis; sendo que o piso térreo é demarcado por pórticos com colunas de ordem toscana e com abóbodas em cruz. Nos séculos sucessivos houve intervenções episódicas, sendo que a mais significativa ocorreu em 1911, sistematizando o espaço para uma Mostra Archeologica que expôs peças escultóricas da coleção Boncompagni Ludovisi. Esse claustro esteve em completo abandono por anos e, durante a década de 1960, passou por uma consolidação das abóbadas com cimento armado que comprometeu muito a preexistência. Após essa intervenção, não houve trabalhos de manutenção conservativa e tão pouco uma definição de função no conjunto museográfico; sendo assim, o espaço acumulou grande processo degenerativo até o início do recente restauro.

Uma das prioridades do atual restauro foi remover o cimento armado da intervenção anterior através de demolições controladas[8] e repristinar o espaço na sua consistência original do ponto de vista estático, estrutural, estético e histórico. Para tanto, optou-se pela consolidação estrutural e pela preocupação com os revestimentos (reboco – intonaco), para os quais foi utilizado uma argamassa (malta) diluída com o mínimo de coloração.

Para a escolha das cores foram feitas uma estratigrafia e pesquisas químicas e físicas. Foram identificadas diversas fases, inclusive com afrescos até então omitidos e que nos novos trabalhos foram tratados e deixados à mostra (Fig.9). A opção final de coloração procurou privilegiar as cores originais e ressaltar a dialética – interno e externo – que o espaço de claustro configura (Fig.10). O piso foi completado por analogia às referências históricas e documentais consultadas. Os elementos em pedra foram polidos com microareação e completados onde necessário com pó de travertino.

Fig.9. Detalhe de afresco encontrado durante os trabalhos de restauração (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.9. Detalhe de afresco encontrado durante os trabalhos de restauração (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.10. Visão geral do Chiostro‘Ludovisi’ restaurado, ao fundo paredes da Natatio e da Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.10. Visão geral do Chiostro‘Ludovisi’ restaurado, ao fundo paredes da Natatio e da Igreja Santa Maria degli Angeli e dei Martiri (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Além disso, procurou-se resgatar a leitura da interligação entre o espaço do Piccolo Chiostro e o conjunto arquitetônico das antigas termas e do convento. Para tanto, trechos da fundação original da época romana foram deixados expostos (Fig.11), um trecho da alvenaria foi deixado sem revestimento (Fig.12) e um dos arcos de acesso à área da Natatio foi fechado com vidro, no qual foi serigrafado um corte explicativo da configuração arquitetônica que demonstra a relação entre o claustro e a grande piscina termal (Fig.13); áreas constituídas em momentos históricos distintos, mas que por séculos integraram o mesmo conjunto, estando fisicamente conectadas.

No âmbito do projeto expográfico do Museo Nazionale Romano, o espaço restaurado do Chiostro ‘Ludovisi’  passou a ser usado para apresentar peças de estatuária e uma série de epígrafes marmóreas da Roma Antiga (Fig.14).

Fig.11. Trecho da fundação da época romana (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.11. Trecho da fundação da época romana (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.12. Trecho exposto da alvenaria do Chiostro ‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.12. Trecho exposto da alvenaria do Chiostro ‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.13. Arco de conexão entre o Chiostro‘Ludovisi’ e a área remanescente da Natatio. (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.13. Arco de conexão entre o Chiostro‘Ludovisi’ e a área remanescente da Natatio (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.14. Projeto expográfico do Museo Nazionale Romano no espaço restaurado do Chiostro‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Fig.14. Projeto expográfico do Museo Nazionale Romano no espaço restaurado do Chiostro‘Ludovisi’ (fonte: Angela R. Rodrigues, 2015)

Considerações finais

Os espaços restaurados, abertos ao público, integram a possibilidade de exposição de peças do acervo do museu, ampliando o percurso para setores significativos do complexo monumental arqueológico; e também refletem a estratigrafia da ocupação urbana da região, pois apresentam a sobreposição de funções ao qual o conjunto arquitetônico foi submetido ao longo dos séculos: a Natatio remete diretamente ao passado termal e o Chiostro ‘Ludovisi’  à ocupação religiosa a partir da segunda metade dos anos 1500.

O restauro é uma ação metodológica que visa primordialmente a conservação de um bem às gerações futuras, facilitando a sua leitura através do respeito à substância preexistente, com suas marcas do tempo e com seu respectivo interesse histórico, artístico e ambiental[9]. Tendo como referência essa conceituação teórica, as intervenções na Natatio e no Chiostro ‘Ludovisi’  foram norteadas pelo profundo conhecimento do objeto, um preceito fundamental que revela uma postura crítica de restauro. Como destacou a arquiteta Cianetti, não se trata, portanto, de uma mera repristinação tout court. Para conferir autenticidade à aproximação crítica houve a necessidade de se reportar às fontes primárias, como documentos, desenhos, literaturas etc. e com base nessas referências foi feita uma cuidadosa análise das condições físicas do monumento.

A partir do conjunto dessas informações foram elaboradas propostas que foram criteriosamente executadas, através de uma linguagem contemporânea embasada em princípios básicos da restauração: distinguibilidade, mínima intervenção e potencial reversibilidade[10]. Essas soluções operacionais procuraram estabelecer um estreito diálogo com a preexistência e suas múltiplas exigências.

Esses restauros reiteram, ainda, outro princípio primordial da restauração que considera que cada caso deve ser abordado e tratado segundo sua história e suas necessidades intrínsecas[11]. A confluência da preocupação estética – para a rememoração dos ambientes ao longo dos séculos –, e técnica – para a solução de problemas operacionais –, orientou a intervenção cujo objetivo foi deixar acessível ao público áreas do Museu, resgatando a compreensão arquitetônica da dimensão espacial do Claustro e sua uniformidade, assim como a monumental escala da Natatio.

As motivações para a recente premiação se embasaram justamente na alta qualidade das intervenções, criteriosamente elaboradas segundo preceitos fundamentais da restauração, e no fato de reabrir ao público importantes seções do Museo Nazionale Romano. 


Notas

[1] GUIDA D`ITALIA, ROMA. Milano: Touring Club Italiano, 2013.

[2] Site do Museo Nazionale Romano delle Terme di Diocleziano:

<http://archeoroma.beniculturali.it/musei/museo-nazionale-romano-terme-diocleziano> Acesso em: 17.07.2016.

[3] Informações derivadas de anotações feitas em visita acompanhada pela arquiteta responsável Marina Magnani Cianetti, realizada em 12.11.2015 (durante as aulas da disciplina: Laboratorio di Restauro Architettonico, Facoltà di Architettura, Università degli Studi di Roma La Sapienza, ministrada pela Profa. Dra. Daniela Esposito).

[4] CIANETTI, Marina M. Il prospetto della Natatio e il chiostro ‘Ludovisi’ nelle Terme di Diocleziano. Due restauri a confronto. Palladio: rivista di storia dell’architettura e restauro, Roma, n. 51, p. 59-88, 2013.

[5] CIANETTI, Op. cit.

[6] CIANETTI, Op. cit.

[7] Informações obtidas em visita 12.11.15.

[8] CIANETTI, Op. cit.

 [9] BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Trad. Beatriz Mugayar Kühl. Cotia, São Paulo: Ateliê Editorial, 2004.

[10] CARBONARA, Giovanni. Alcune riflessioni, da parte italiana, sul restauro architettonico. ICCROM Conservation Sudies, Roma, n. 10, p. 27-37, 2009.

[11] BRANDI, Op. cit.  


Angela Rosch Rodrigues

Arquiteta e Urbanista pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre e doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAUUSP), sob orientação da Profa. Dra. Mônica Junqueira de Camargo. Realizou estágio doutoral na Università degli Studi di Roma “La Sapienza”. Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).


logo_rr_pp      EDIÇÃO n.0 2016

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