Berlim Duplicada: a construção de uma candidatura para o Patrimônio mundial

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| Lara Melo Souza |

Os anos que se seguiram ao final da Segunda Grande Guerra na Europa foram dedicados, principalmente, à reconstituição e/ou formação de um cenário político e à reconstrução das cidades. Esse processo foi bastante intenso na Alemanha, tendo talvez sua mais paradigmática representação na Berlim dos anos 1950. Até os dias de hoje olhos atentos ainda podem reconhecer as camadas históricas e suas afiliações entrelaçadas na cidade. Esse fenômeno, tão significativo no contexto alemão, é reflexo de uma lógica de construção regulada pelo cenário político e estético que extrapolava as fronteiras do país e tinha, em realidade, um jogo de forças em escala mundial como pano de fundo.

Concretamente, dois exemplares de assentamentos podem ser destacados na cidade dividida pelo muro. Na porção leste, a Karl-Marx-Allee – originalmente Stalinallee, erguida entre 1951 e 1956, com seus massudos blocos ao longo do eixo monumental; na porção oeste, a Interbau 1957 no Hansaviertel, exposição internacional de edifícios que desenhou uma enorme superquadra, com espaçadas construções entre áreas verdes. Essa coexistência baseada numa tensão iminente inspirou a candidatura do conjunto em 2013 para a comissão nacional alemã que avalia a lista de tentativas levada posteriormente à UNESCO. A candidatura desse recorte da doppelte Berlin, ou Berlim duplicada, como costuma ser referenciada, não foi aceita pelo comitê nacional [1].

O que interessa aqui é compreender o início e as motivações desse processo, que revela a especificidade do objeto e a atuação de diversos agentes na construção de um patrimônio recente.

Ressignificando o moderno dos anos 1950

Numa linha de continuidade, a ideia da candidatura do Hansaviertel e da Karl-Marx-Allee mostraria um período adiante do último sítio inscrito em 2008, o conjunto de seis Assentamentos Residenciais Modernos de Berlim, construídos durante a República de Weimar, “conjuntos habitacionais do modernismo do entre guerras em Berlim que resultaram do movimento de reforma social” [2]. A proposta também representou uma tentativa de mostrar o Moderno berlinense para além da visão clássica que traz o entre guerras como cânone. E ainda mais importante, assim como uma disputa política, uma divisão estética. Segundo Haspel e Flierl, a literatura especializada desde os anos 1920 já trazia a vanguarda versus tradicionalismo como extremos incompatíveis. Essa dicotomia teve seu auge, em realidade, exatamente nos anos 1950, quando o Oeste, livre, se relacionava com o Estilo Internacional, e o bloco socialista era identificado com o Regionalismo Histórico. A Guerra Fria foi espacializada através de uma cidade dividida em que as iniciativas de ambos os lados traziam duas visões distintas. Os protótipos desse pensamento político e estético aplicam-se na Berlin dos anos 1950 [3].

Em ambas as iniciativas se nota o uso da arquitetura e do urbanismo como forma de exposição e demonstração da superioridade do sistema social que representavam. Esses extremos tão significativos que desenham o moderno da segunda metade do XX, também se mostram na monumentalidade de ambos os espaços, seja na tipologia da via densa, ou naquela proposta pela Carta de Atenas, dos objetos soltos em meio ao espaço verde livre [4].

Breve história dos objetos

Após a destruição promovida pelos bombardeios em Berlim, foi formado um conselho municipal para mediar os trabalhos para sua reconstrução. Na porção Leste, entre 1949 e 1950, ficou definido que a primeira área a ser implementada seria a unidade residencial Wohnzelle Friedrichshain, onde foram definidos parâmetros para sua configuração. Fileiras de edifícios por entre áreas verdes, que nada deveriam se referir à figura anterior à guerra.

A direção dos trabalhos foi alterada quando definida a política de construção da República Democrática Alemã. Em 1950, um grupo de arquitetos e planejadores do Leste foi enviado para uma viagem de estudos em Moscou para aprender sobre a sua reconstrução, em um estilo stalinista monumental e ornamentado. Como resultado, essa comitiva definiu alguns princípios de construção que refletiriam uma estética arquitetônica, rompendo de vez com as ideias da Carta de Atenas de 1933, e que balizaram as regras do concurso de projeto do recorte da via entre o Frankfurter Tor e a Strausberger Platz, denominada na época Stalinallee.

O projeto do jovem arquiteto Egon Hartmann saiu vencedor. Uma via definida por duas fileiras de edifícios residenciais, com confortáveis e equipados apartamentos para operários, e comércio no térreo, coroada em suas extremidades por dois portões. Na via, uma faixa de área verde como num boulevard, e outra também nos fundos dos edifícios. Os prédios foram construídos segundo os planos de Hartmann, mas os portões foram designados ao arquiteto Hermann Henselmann. O conjunto revela um trabalho casado, em que a massa construída conforma um único bloco, unidas estilisticamente por desenhos de tijolos e relevos artísticos com referências literárias e políticas [5].

Figura 1: Strausberger Platz, com o coroamento da massa de edifícios. Ao fundo, as torres do coroamento do outro extremo, o Frankfurter Tor. Foto João Rett Lemos, maio 2017.

Na porção Oeste de Berlin, pouco mais tarde, o conselho também idealizou os parâmetros que definiram a reconstrução do antigo Hansaviertal [6]. O planejamento de áreas verdes abundantes e jardins era premissa do projeto, representando um espaço livre e democrático, e mais adiante seria fundamental para a tipologia das construções ali dispostas [7]. Em 1953 foi lançado o concurso para o projeto urbano, que seria mais adiante articulado com uma exposição internacional de edifícios, International en Bauausstellung – IBA, mostrando o que mais de vanguarda havia no momento no mundo [8].

A proposta vencedora foi dos arquitetos Gerard Jobst, Willy Kreuer e Wilhelm Schließer, que mais tarde teriam seu plano adaptado para ajustar-se melhor às demandas de uma exposição internacional. A proposta vencedora refletiu uma ordem determinada não pela pura ortogonalidade, mas pela paisagem, pelos elementos definidores do espaço, topografia e morfologia [9]. Para a exposição foram convidados em torno de 54 arquitetos procedentes de 13 países, que trabalhariam ao total em 45 objetos, com a curadoria e coordenação do arquiteto Otto Bartning [10]. Além das unidades habitacionais – multifamiliares e unifamiliares, equipamentos de uso coletivo. A exposição reuniu um conjunto de peso, com nomes como Le Corbusier, Max Taut, Oscar Niemeyer, Alvar Aalto, Pierre Vago, Walter Gropius, já nos Estados Unidos, entre outros.

Figura 2: Em primeiro plano o Niemeyerhaus, edifício de apartamentos construído entre 1956 e 1957, projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, por entre os espaços verdes. Ao fundo, à esquerda, a Baldessari-Haus, torre de apartamentos projetada pelo italiano Luciano Baldessari de Milão, construída entre 1957 e 1959. Foto João Rett Lemos, maio 2017.

Figura 3: Hansabücherei em primiero plano, projetada pelo arquiteto Werner Düttmann, de 1958, parte da área livre da Hansaplatz, com o Edifício de apartamentos Schwedenhaus ao fundo, construído entre 1956 e 1957, projetado pelos arquitetos Fritz Jaenecke e Sten Samuelson, que representavam a cidade de Malmö, na Suécia, na exposição internacional de edifícios. Foto João Rett Lemos, maio 2017.

Mais adiante, em 1959, foi construída a extensão da Karl-Marx-Alle, da Strausberger Platz até a Alexanderplatz, já com o Hansaviertel como antítese, mas também como ensinamento que sugeriu uma nova interpretação plástica. Projetada pelo escritório municipal do Leste, volumetria e elementos decorativos resultam de novas experimentações de linguagem. Essa porção marca inovação tecnológica, utilização de novos materiais. Foi o primeiro grande passo para a industrialização da construção civil da República Democrática Alemã que definiu tipologias presentes em toda a cidade. Diferentemente do primeiro setor, a extensão contava com equipamentos – o cinema, Kino International, o restaurante Moskau e um hotel, e outros da vida cotidiana – dissociados dos edifícios residenciais [11].

Figura 4: Segundo setor da Karl-Marx-Allee, com destaque para o edifício do Kino Internacional, em primeiro plano e os edifícios residenciais pré-moldados à esquerda. Foto João Rett Lemos, maio 2017.

Na cidade de Berlim, a Karl-Marx-Allee é protegida desde 1988. Além dos “monumentos individuais” listados, há também a definição como um “conjunto”, em que objetos são identificados como pertencentes a uma mesma lógica, e como um “local”, em que a conexão entre eles se dá através de sua proximidade física. Tais conceitos presentes na legislação berlinense são diferentes e ajudam a classificar as relações entre os bens, formando uma mancha de proteção única [12].

Em nível local, o Hansaviertel é protegido desde 1995, quando da ocasião da publicação da legislação comum para a Berlim reunificada. O local é listado como uma série de “monumentos individuais” ou objetos protegidos individualmente – os edifícios, e como “jardim monumento”, uma categoria especial que se refere à jardins e espaços livres, e que nesse caso engloba toda a área e conforma um grande perímetro onde estão inseridos os bens isolados [13].

A tentativa para nomenclatura do patrimônio mundial

A candidatura submetida em fevereiro de 2013 foi denominada “Duas arquiteturas alemãs – Karl-Marx-Allee e Interbau 1957: confrontação, competição e coevolução na Berlim dividida”. A proposta partiu da cooperação entre a Fundação Hermann-Helselmann, da Bürgervereins Hansaviertel e. V.e da Fördervereins Corbursierhaus Berlin e. V., duas associações de moradores, com o apoio da Akademie der Künste Berlin, da Hauses der Kulturen der Welt, que funcionam em dois imóveis do Hansaviertel, da administração distrital do Mitte e de Friedrichshain-Kreuzeberg, onde se localizam os objetos, e da Fundação Zukunft Berlin, associação civil.

A argumentação girou em torno dos três pilares arrolados no título, que queriam representar, respectivamente, Berlim como o palco da Guerra Fria; Berlim como espaço de disputa de dois sistemas sociais, separada e velada, através do muro e, finalmente, Berlim como figuração de desenvolvimento estético do pós-guerra. Essa linha se tornaria a base para o desenvolvimento das justificativas dos valores que levam à inscrição, os Outstanding Universal Values – OUV.A inscrição era composta pelas duas fases de construção da Karl-Marx-Allee e mais o Interbau 57, no Hansaviertel, e suas peças externas [14].

O discurso, portanto, se apoiava nesse complexo processo histórico, carregando sinais de uma compreensão global que se concretizou em Berlim, e que, somente por esta cidade, pode ser tão claramente representado. De um lado, a corrida política entre Leste e Oeste; de outro, entre o regionalismo histórico e o estilo internacional. Neste sentido, essas experiências colocam-se como representações de uma cultura da confrontação velada política e esteticamente, da crença do moderno como uma conexão dessas duas dimensões e da eficácia de uma determinada arquitetura e modelo de cidade para fazer cumprir seus respectivos sistemas sociais. Baseados nessas premissas, os critérios elencados, segundo a Convenção da UNESCO foram: (ii) como evidência da confrontação de sistemas sociais rivais no pós-guerra europeu; (iii) como um testemunho excepcional de uma cultura velada de afirmação política e confrontação estética; (iv) como um excelente exemplo de duas construções urbanas fundamentalmente diferentes da segunda metade do século XX e (vi) como uma conexão com a revolta de 17 de junho de 1953, que foi um dos marcos iniciais dos protestos dos trabalhadores da construção da Stalinallee pelo aumento dos padrões de trabalho [15].

A candidatura ainda trouxe, como de praxe, as ações realizadas e em andamento para a garantia da autenticidade, da integridade e da preservação dos artefatos, citando as proteções locais, bem como um comparativo possível com outros bens inscritos, especialmente do pós-guerra. Essa contextualização incluiu a reconstrução do centro antigo de Varsóvia em contraposição com a construção de Brasília como representação ideal da cidade moderna. No entanto, esses objetos, separados pelo tempo e pelo espaço, não são resultado de uma competição clara e direta, nem em realidade, nem como inscrição. A reconstrução de Le Havre, no canal da Normandia também representa a recomposição do pós-guerra, mas tal empreendimento foi coordenado por apenas um arquiteto e mostrou só um lado da competição. Outras cidades divididas, como Belfast e Jerusalém também são citadas, mas nenhuma com as especificidades, evidentemente, da inscrição berlinense [16].

Considerações finais

Talvez a força dessa relação, por si só, tenha sido também um dos motivos pelos quais a candidatura foi refutada pelo comitê nacional. Apesar de ver o potencial da candidatura e elogiar os esforços da cidade de Berlim em reunir material e o conteúdo apresentado, o parecer menciona que os critérios arrolados enviados nos documentos estavam insuficientes, especialmente no que diz respeito ao critério (vi), referente a uma conexão com o patrimônio imaterial, que não aparece de forma tão clara no texto. O tema parecia tão robusto que sua explicação concreta careceu de aprofundamento e detalhamento. A questão pairou por entre até que ponto as tendências arquitetônicas puderam ser usadas para justificar os OUV ou se a narrativa da coevolução pode ser adequadamente limitada a essas duas áreas de Berlim, sem maiores aprofundamentos através de um estudo comparativo em nível internacional. Além disso, o parecer citou a falta de dados mais minuciosos quanto ao futuro dos instrumentos de proteção e manejo que garantam a autenticidade, integridade e o envolvimento da comunidade de forma sustentável.

De todo modo, tendo em vista que a arquitetura da segunda metade do século XX e os sítios que documentam a separação da Europa são ainda uma categoria pouco representada na lista do patrimônio mundial, a recomendação foi para que houvesse continuidade na exploração do tema [17].

Desde a negativa, desenvolve-se um processo de revisão e da reconstrução da candidatura, com a consolidação dos argumentos e a solidificação dos seus significados, promovido pelos envolvidos na inscrição, assim como pelo órgão de preservação de Berlim, o Landesdenkmalamt. O tempo, na forma de planejamento e amadurecimento das ideias é peça chave nesse contexto. O envolvimento da comunidade e a produção de conteúdo científico sistemático são focos do trabalho. O esforço é também de publicizar e explorar o tema em várias facetas, trazendo a público, criando o fato, enraizando seus significados e levando informação à comunidade e aos visitantes.


Notas

[1] Todas as traduções de textos e expressões do alemão e do inglês para o português, salvo citada a fonte, foram feitas de forma livre e são de responsabilidade da autora.

[2] HOFF, Sigrid. Berlin Weltkuturerbe/ World Cultural Heritage. Berlin: Landesdenkmalamt; Michael Imhof Verlag, 2011, p.18.

[3] HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas. Zwischen Avantgardismus und Traditionalismus – Moderne neu denken. In: HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.). Karl-Marx-Allee und Interbau 1957: Konfrontation, Konkurrenz und Koevolution der Moderne in Berlin. Berlim: hendrik Bäßler verlag, 2017.

[4] Idem.

[5] DOLFF-BONEKÄMPER, Gabi. Die Stalinalle. Der Erste Bauabschnitt.In: HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.). Karl-Marx-Allee und Interbau 1957: Konfrontation, Konkurrenz und Koevolution der Moderne in Berlin. Berlim: hendrik Bäßler verlag, 2017.

[6] DOLFF-BONEKÄMPER, Gabi; SCHMIDT, Franziska. Das Hansaviertel: Internationale Nachkriegsmoderne in Berlin. Berlim: Editora Bauwesen, 1999, p. 8.

[7] Idem, p. 12-13.

[8] BEZIRKSAMT TIERGARTEN VON BERLIN. Das Hansaviertel 1957 – 1993: Konzepte, Bedeutung, Probleme. Berlim: Verwaltungsdruckerei, 1995, p. 8-9.

[9] DOLFF-BONEKÄMPER, Gabi; SCHMIDT, Franziska, 1999, p. 13-15.

[10] Idem,p. 21.

[11] LEINAUER, Irma. Die zweite nachkriegsmoderne in Ost-Berlin: Karl-Marx-Allee zwischen Strausbergerplatz und Alexanderplatz. In: HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.). Karl-Marx-Allee und Interbau 1957: Konfrontation, Konkurrenz und Koevolution der Moderne in Berlin. Berlim: hendrik Bäßler verlag, 2017.

[12] Banco de Dados Landesdenkmalamt Berlin, Obj.-Dok.-Nr.: 09085137.

[13] Banco de Dados Landesdenkmalamt Berlin, Obj.-Dok.-Nr.: 09050387,T.

[14] HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas, 2017.

[15] HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.), 2017. Os critérios, segundo a convenção da UNESCO são: (ii) ser a manifestação de um intercâmbio considerável de valores humanos durante um determinado período ou em uma área cultural específica, no desenvolvimento da arquitetura, das artes monumentais, de planejamento urbano ou de paisagismo; (iii) aportar um testemunho único ou excepcional de uma tradição cultural ou de uma civilização ainda viva ou que tenha desaparecido; (iv) ser um exemplo excepcional de um tipo de edifício ou de conjunto arquitetônico ou tecnológico, ou de paisagem que ilustre uma ou várias etapas significativas da história da humanidade e (vi) estar associado diretamente ou tangivelmente a acontecimentos ou tradições vivas, com idéias ou crenças, ou com obras artísticas ou literárias de significado universal excepcional.

[16] Segundo a Ficha de Inscrição para a tetativa, de fevereiro de 2013. DER BERLINER WELTERBEANTRAG VOM 1. FEBRUAR 2013. In: HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.). Karl-Marx-Allee und Interbau 1957: Konfrontation, Konkurrenz und Koevolution der Moderne in Berlin. Berlim: hendrik Bäßler verlag, 2017.

[17] Segundo o parecer do comitê nacional de especialistas para assuntos internacionais. STELLUNGNAHME DES INTERNATIONALEN FACHBEIRATES. In: HASPEL, Jörg; FLIERL, Thomas (ed.). Karl-Marx-Allee und Interbau 1957: Konfrontation, Konkurrenz und Koevolution der Moderne in Berlin. Berlim: hendrik Bäßler verlag, 2017. 


Lara Melo Souza

Arquiteta e Urbanista e Mestre em História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP, com período sanduíche na UNAM, México. Professora das disciplinas de projeto arquitetônico e orientadora de Trabalho de Graduação Interdisciplinar da UNISO (2012-2016). Funcionária de carreira da UPPH, unidade técnica ligada ao CONDEPHAAT, onde exerceu cargos técnicos e de direção. Atualmente licenciada, é pesquisadora visitante no Landesdenkmalamt Berlin, Alemanha, no âmbito do Programa de Cooperação da Chanceler Alemã da Fundação Alexander von Humboldt.


logo_rr_pp       EDIÇÃO n.2 2017

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